“Já agora mate-me”
Vivemos no palco o drama de sermos uma nação tão fingidora quanto o poeta, que nega a existência dos seus crimes e dramas. Estes encontram-se cristalizados, corrompem-lhe a alma, segregam a bílis acumulando veneno no fígado. Até que a morte nos separe, este é o voto de casamento do ser Português. Fizemos um voto de…

