Nu rescaldo em modo vernáculo
(de vez em quando sou uma pessoa educada, como também uso a língua como me apetece.) Sou gaja, preta, profana, emigrante, imigrante, prostituta – vendo o meu trabalho, saber e conhecimentos por dinheiro, dando o corpo às balas, cresci no tempo do fascismo – e não tenho medo de ninguém desde os oito anos de…


