Eu sou Cocas (por Anabela Ferreira)

Próxima encarnação Quando me disseram que para ser escritora tinha de ler e escrever muito nem queria acreditar… Vou-me antes candidatar a aparecer num quadro do PS. Afinal também faço parte dos 323.000 ou 233.000 desempregados, ou do milhão que saiu, tanto faz… Mas isso não interessa nada, o que interessa é campanhear. Votem nos…

“E Agora? Desistir?!” (por João de Sousa*)

O que fazer agora, Caro Leitor(a) Leitor(a)? Desistir? Colocar umas meias ao pescoço, amarradas umas às outras , e enforcar-me? Um ataque cardíaco? Quebrar o pescoço no gradeamento do beliche? Mas eu não pratiquei nenhum hediondo crime para sentir qualquer sentimento de culpa ou desprezo pela minha pessoa. Não matei, não violei, não roubei, não…

A Questão Não é Essa… (por Arnaldo Matos)

Na sua mais recente função de caixote do lixo, o Conselho Superior da Magistratura veio ontem à noite circular um comunicado da Comarca de Lisboa sobre a medida coactiva de obrigação de permanência na habitação, aplicada pelo juiz do Penhascoso, Carlos Alexandre, a Ricardo Salgado, quadrilheiro-mor da quadrilha de gatunos da família Espírito Santo.    …

O lobo com pele de cordeiro (por Estátua de Sal*)

Assisti ao discurso de Passos Coelho na apresentação do programa eleitoral da coligação PAF. E fiquei abismado. É uma falta de vergonha atroz. Devia ser crime vir ao espaço público, mentir, dar o dito por não dito, reescrever a História. Nunca vi, em quarenta anos de democracia, alguém que de forma tão soez e leviana…

Uma Escandalosa Vergonha de Justiça! (por Arnaldo Matos)

        Se alguém porventura ainda tinha dúvidas de que a justiça portuguesa não passava de uma farsa fascista ao serviço da classe dos grandes capitalistas, pois então esta noite deve ter perdido definitivamente as suas ilusões, quando viu Ricardo Espírito Santo Silva Salgado, o chefe da quadrilha de gatunos da família Espírito Santo, autor de múltiplos…

PASSOS E AS NOVELAS DE CORIN TELLADO (por Estátua de Sal*)

Quando não havia internet e a televisão não tinha o impacto e a difusão que tem hoje, uma escritora espanhola, Corin Tellado, vendia milhares de livros e fotonovelas, que alimentavam o imaginário e mitigavam a tristeza da vida de milhares de espíritos, mormente dos espíritos femininos. Eram histórias de amor e desamor, bruxas más e fadas boas…