Mentiras, computadores e SIS – uma nova polícia política?
Com todas as peripécias e golpes palacianos a que vimos assistindo entre António Costa e Marcelo Rebelo de Sousa, a verdade é que os problemas graves do nosso país vão sendo ignorados, e mesmo os incidentes e responsabilidades mais graves – que em qualquer democracia decente teriam decerto determinado a demissão dos respectivos autores –…
VIVA O 1º de MAIO! Novos tempos, novas lutas, novas organizações
O 1º de Maio, que muitos entendem como apenas (mais) um feriado, celebra a mais que justa e heróica luta dos trabalhadores por melhores condições de trabalho, muito em particular a luta dos operários de Chicago pela jornada das 8 horas de trabalho diárias. Com efeito, e perante os abusos e prepotências patronais e as…
A Grandolar por aí – Celebrando o 25 de Abril
O caso Boaventura Sousa Santos: este é o país que temos, mas é o país que queremos?
As inquirições parlamentares do caso da TAP, como todos temos vindo a assistir, têm posto a nu um autêntico lodaçal de negociatas, de abusos de poder, de tráfico de influências e sobretudo de aldrabices por parte dos respectivos responsáveis, muito em particular os políticos, mas tudo está preparado para que nada lhes aconteça. Ao ponto…
Venham comigo para dentro de uma ópera.
Não tenho dúvidas! A maior parte das mulheres que diz ter sido vítima de violência sexual ou assédio, ou outra, foi. O difícil é provar. Por consequência aquilo que todos sabemos resulta em silêncio. Este por sua vez significa um trauma para o resto da vida. Não se apresenta uma queixa, porque ninguém vai acreditar…
A Mulher Portuguesa antes de 25 de Abril de 1974
TAP: Tão ladrão é o que vai à horta…
O espectáculo a que temos vindo – e vamos seguramente continuar – a assistir com as inquirições e revelações no âmbito da Comissão Parlamentar de Inquérito à gestão da TAP é, infelizmente, tão deplorável quanto expectável. Mas tal espectáculo é, antes de mais, a consequência da forma como o governo de António Costa tratou a…
A mulher antes do 25 de Abril de 1974
E agora, o que vamos fazer com esta liberdade depois de longos anos de insignificância e de não existência? Ser mulher em Portugal há 50 anos significava a insignificância. Cresci e estudei em Portugal, filha e neta de Portugueses, nascida numa ex-colónia além mar em época de ditadura. Ser mulher e preta em Portugal há…


